O Ecomuseu em Macapá, capital do Amapá, é um projeto que ocupa uma área de 850 m2 dedicada aos ecossistemas, à cultura e à arte da região amazónica, com o acervo do IEPA – Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá. Em parceria com a Phyto, e articulada com o projeto de arquitetura, a Laika desenvolveu o projeto de wayfinding design do Ecomuseu.

Amaparque: sinalética do Ecomuseu do Amapá — site
Amaparque: sinalética do Ecomuseu do Amapá — site
Amaparque: sinalética do Ecomuseu do Amapá
Amaparque: sinalética do Ecomuseu do Amapá

Flora e Fauna: premissa natural

O bioma amazónico revela-nos folhas como as da Fittonia argyroneura, com as suas ranhuras, que inspiraram a forma básica e simétrica para compor a trama do mosaico estruturado dos totens de sustentação dos diretórios de localização.
A mesma trama, multiplicada, revela outras representações gráficas, como a face frontal de um anfíbio.

Amaparque: sinalética do Ecomuseu do Amapá

Linhas naturais

O bioma amazónico impôs o ritmo dos traços nos desenhos dos pictogramas do Ecomuseu. Das formas da vegetação amazónica, temos o ponto de partida para o desenho da iconografia e para a sua característica particular. Com um pincel chato na mão, explorámos o movimento e a rotação das cerdas para emular folhas alongadas: os traços fluíram em espessuras variadas, sugerindo o gesto e a presença humana, não como invasora, mas como integrante natural do ecossistema. A fluidez das linhas foi um recurso fundamental para encontrar a personalidade do volume da iconografia.

Amaparque: sinalética do Ecomuseu do Amapá
Amaparque: sinalética do Ecomuseu do Amapá — pictogramas
Amaparque: sinalética do Ecomuseu do Amapá
Amaparque: sinalética do Ecomuseu do Amapá
Amaparque: sinalética do Ecomuseu do Amapá
Amaparque: sinalética do Ecomuseu do Amapá — pictogramas
Amaparque: sinalética do Ecomuseu do Amapá
Amaparque: sinalética do Ecomuseu do Amapá

Material de estudo

Para a experiência no museu, foi desenvolvida uma série de lâminas explicativas e educativas, distribuídas pelas áreas de exposição, que podem ser recolhidas e guardadas numa pasta. Assim, os estudantes podem levar consigo pedacinhos do museu e utilizar o conteúdo visitado como consulta para os seus estudos.